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agosto 17, 2017

Invicta Nocaute Festival... Evento pra lá de especial que reúne 27 cervejarias em um só lugar

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Para os amantes de boa cerveja e é claro... boa música, neste sábado 19/08 acontece o Invicta Nocaute Festival. Evento de 6º aniversário da cervejaria que traz grandes marcas de cervejas artesanais e conta com a participação da banda Raimundos.
Em poucos anos o nome da Cerveja Invicta tem tido destaque entre os consumidores de cervejas artesanais e especiais. Crescendo com muita prosperidade, esses eventos comemorativos trazem o diferencial de serem totalmente "Open Bar". 
Imagem do 2º Invicta Knock Down que ilustra bem o evento dentro da Cervejaria.

Você poderá degustar dezenas de cervejas especiais com um copo exclusivo que ganhará na entrada. Além da presença de grandes marcas nacionais, o evento ainda trará duas marcas internacionais, a famosa escocesa Brewdog e a norte-americana Brooklyn.

Confira a lista das cervejarias participantes... Só coisa boa!!

Tupiniquim
Bodebrown
Seasons
Dum
Morada Cia Etílica
Pagan
Gauden
Tormenta
Heilige
Blondine
Dama
Blumenau
Bamberg
Brotas
Guilda GIV
Nacional
Weird Barrel
Lund
SP330
Pratinha
Walfänger
Carranca
Urbana
2cabeças
Velhas Virgens
Brewdog
Brooklyn

E não para por ai, tem chopp também !

Dum Petroleum
Morada Cupuaçu Sour
Seasons Tilt e Green Cow
Bodebrown Cacau IPA e Curitiba Pale Ale
Tupiniquim Mandala e Citrus Bomb
Urbana Jabronx
Blumenau Catharina Sour
Bamberg Rauchbier e Altbier
Dama Fellas e Brooklyn East IPA.

“Este ano queremos repetir a dose e ir além, proporcionando um evento ainda melhor que o de 2016. Por se tratar de uma comemoração de aniversário, onde não visamos lucro, todo recurso arrecado é revertido para a realização de um evento ímpar. Queremos ter a melhor festa de aniversário possível onde quem ganha o presente é o público”

...explica Rodrigo Silveira, mestre-cervejeiro e diretor da Invicta.
(Nota via Focco Comunicação)

Lembrando que o evento é realizado dentro da própria cervejaria e começa as 14:00, além da banda Raimundos a banda Microbius Experience e Basf Oitenta complementam o set musical.

Os Ingressos podem ser adquiridos no site:

Link para mais informações do evento no Facebook:

Corram que os ingressos são super concorridos... Cheers !!!
Cervejaria Invicta 
Avenida do Café, 1881
Ribeirão Preto - SP

Você encontra as cervejas Invictas para comprar diretamente em seu site ou nos melhores locais de revenda. Dentre os melhores, citamos com certeza a  Hamburgueria Major Burguer da cidade de Americana/SP. 

Guto, o Chef da casa, preza muito pela qualidade de seus produtos e sempre escolhe os melhores acompanhamentos para seus deliciosos hambúrgueres, e é claro que as cervejas especiais da Invicta estão em seu cardápio.

Nossa dica para harmonização dessa semana é a Cerveja Conan da Invicta com os Mini Hambúrgueres da Major Burguer... Sem palavras... Só experimentando para saber.
Em breve faremos uma matéria especial de hambúrguer com cerveja... 
A harmonização suprema...
Aguardem !!!
Major Burguer
Rua Major Rehder 179
Americana - SP
Facebook: Major Burguer

Já experimentou... Então deixe seu comentário para que outros degustadores possam saber sua opinião :)

Por Davi Oliveira
agosto 16, 2017

É melhor ser preso em Dubai, do que ser "Classe Média" no Brasil

por , em
Vejam só como é a Penitenciária em Dubai... 
Quem sabe nossos bandidos e políticos resolvam tentar a vida por lá !















Outra realidade não é ?
Mesmo assim, ser preso não é legal !!!

Por Neto Martins
Imagens Google
agosto 15, 2017

Maravilha que se firmou no coração do Brasil! A Carmen é nossa!!!

por , em

"Eu digo mesmo eu te amo e nunca I love you."


Frase famosa da música "Me Disseram que Voltei Americanizada" de Carmen Miranda que retrata um pouco da sua decisão de se nacionalizar Brasileira.

Apaixonada pelo "samba de morro", Carmen sentiu liberdade em expor sua arte aqui no Brasil, e o que contribuiu bastante para isso foi a recepção que teve nas "rodas de malandro".

Ela não só se nacionalizou como se integrou em nossa cultura cantando e dançando uma verdadeira música brasileira, mesmo sendo marginalizada pela cultura Europeia. Esse tipo de situação mesmo parecendo negativa, para ela era um grande incentivo, já que tinha tudo a ver com a cultura que estava inserida. 

Por Fabiana Martins
agosto 11, 2017

Inovação está entre os temas do SUSTENTAR 2017

por , em
Startups apresentarão como o conceito de sustentabilidade pode ser aplicado à rotina do setor produtivo
Urgências Climáticas, Inovação, Mercados Sustentáveis e Futuros Possíveis são temas que serão discutidos durante o 10º Fórum Internacional pelo Desenvolvimento Sustentável – Sustentar, que acontece no dia 29 de agosto, na sede da Fundação Dom Cabral (FDC), em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

Na abertura do Fórum, promovido pelo Instituto Sustentar de Responsabilidade Socioambiental (Instituto Sustentar), também será divulgado o 5º Ranking de Tecnologias e Produtos Sustentáveis 2017 e lançada a 5ª edição do Guia de Boas Práticas em Sustentabilidade, produzido pelo Instituto.
De acordo com a diretora-executiva do Instituto Sustentar, Jussara Utsch, a proposta dessa edição é facilitar o compartilhamento de soluções que levem a uma inovação do modelo econômico atualmente praticado. “O Fórum pretende contribuir para uma mudança do padrão de produção e consumo e trabalhar a questão da inovação com foco em sustentabilidade, propiciando um ambiente de repercutibilidade”, diz. São esperadas cerca de 1,5 mil pessoas.

Programação 
A programação é extensa. Na solenidade de abertura, pela manhã, uma exposição de produtos, serviços e tecnologia sustentáveis e a apresentação do “Grande Diálogo: Visão e Sustentabilidade”, com seis temas relacionados, estão na agenda de discussões.

O Fórum Inovação Sustentável traz, na parte da tarde, o 5º Ranking Sustentar de Inovação, seguido de Sessão de Experiências com benchmarketing empresarial; e Imersão Criativa, inovações e negócios disruptivos (imersão com aceleradoras, investidoras e startups e grande empresa que inovam em parcerias com startup).

Paralelamente acontece
Fórum Oportunidades, Mercado sustentáveis e Futuro, Eficiência Energética e o Fórum Estratégias, Tecnologia, Gestão para a responsabilidade socioambiental. O Workshop Internacional sobre como planejar, desenvolver e comercializar produtos de ecoturismo, promovendo o desenvolvimento de comunidades encerra a programação ao longo do dia.

Boas práticas 
O Instituto Sustentar é uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), sem fins lucrativos, que tem como objetivo a criação, planejamento e execução de projetos e programas de desenvolvimento sustentável e desenvolvimento de comunidades. Há 10 anos, o Instituto vem promovendo o Fórum que, de acordo a diretora-executiva Jussara Utsch, é considerado um dos eventos mais importantes sobre sustentabilidade da América Latina.

“Embora tenha foco na comunidade corporativa, ele reúne grandes empresas nacionais e internacionais e recebe um público diversificado, com formadores de opinião, representantes do terceiro setor, poder público e academia”, diz.

Ela explica que o Fórum, além de trazer modelos de negócios sustentáveis, tecnologia, e exemplos de competitividade sustentável, mostra como é benéfica a parceria de grandes empresas com startups inovadoras. “A feira conta com a participação de 20 startups e cinco aceleradores: Techmall – maior aceleradora de startups da América Latina -, Fiemg Lab e Lemonade estão entre os participantes. A ideia é criar um ambiente de negócio com continuidade após o evento”, afirma. Temas como Eficiência energética, aquecimento global, financiamento climático, economia circular, preço do carbono e green bond (título de dívida com alguns atributos adicionais, exigindo que os recursos captados sejam aplicados em projetos ambientalmente sustentáveis) estão na pauta do dia.

Jussara Utsch também chama a atenção para a 5ª edição do prêmio Ranking de Tecnologias e Produtos Sustentáveis 2017. “É uma premiação importante porque certifica empresas que se destacam na área. São critérios que partem da utilização racional de recursos naturais e de matérias-primas, insumos verdes, métodos de produção sustentável, inovação, criatividade e que incorporam princípios dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela ONU em três categorias: produto, serviço e inovação sustentável”, explica.

Já o Guia de Boas Práticas em Sustentabilidade sistematiza e consolida o conhecimento reunido com a realização das edições do Ranking de Tecnologias e Serviços Sustentáveis. Composto pelas práticas vencedoras do Ranking, a publicação se propõe a disseminar o aprendizado adquirido por inovadores e a demonstrar os principais aspectos organizacionais e de gestão que produziram a inovação.

Por Mírian Pinheiro Via sustentar.net
agosto 10, 2017

O que muda no seu corpo quando você deixa de fazer sexo?

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O lado bom da atividade sexual está comprovado. Abandoná-la, então, tem efeitos negativos? É o que diz a ciência
“Não fazer sexo é ruim para a saúde?” é uma das perguntas frequentes que se escutam em todo consultório sexual. Rodeada sempre pelo tabu, a sexualidade se encontra entre os objetos de estudo que costumam navegar entre a evidência científica, a experiência clínica e os mitos espalhados pelas crenças populares. Os benefícios da atividade sexual sobre sistemas como o cardiovascular, o neurológico e o imunológico estão demonstrados na literatura científica. Mas essas evidências podem dar margem para se pensar na ideia contrária: A abstinência tem efeitos negativos sobre o organismo? Apesar de a dúvida atingir muitas pessoas, a questão ainda está longe de ser definida como tema de discussão na ciência, e os profissionais da área de saúde não têm outro remédio a não ser basear suas indicações nos casos vistos nas próprias consultas.

Para entender por que as implicações negativas da inatividade sexual permanecem na indefinição, convém começar pelo próprio significado de abstinência. Como afirma o ginecologista e sexólogo do Hospital Universitário de Burgos Modesto Rey, porta-voz da Junta Diretora da Sociedade Espanhola de Contracepção (SEC), não existe uma anulação sexual plena como conceito geral. “Ninguém pode deixar de se comportar como ser sexual. O que é a abstinência, não ter relações com outras pessoas, não ter autoerotismo? Alguém pode anular as fantasias sexuais e suas interações com o sistema emocional e físico. A abstinência só poderia se referir à falta de práticas sexuais voltadas para o orgasmo. Mas não existem estudos que avaliem seu impacto na saúde das pessoas que decidiram não ter relações por razões morais ou místicas, ou por medos. No âmbito psicológico, depende da motivação de cada pessoa. Conhecemos casos em consultas de pessoas que não têm relações sexuais, mas não sofrem transtornos. O problema de fundo é como se evidencia o conflito de quem quer ter relações sexuais, mas não as tem”, diz Rey.


“Os efeitos negativos que se costuma falar são a contraposição dos benefícios que têm sido estudados. A relação positiva entre a sexualidade e a patologia cardíaca, os acidentes vasculares cerebrais e a síndrome metabólica como a diabetes tipo 2 está comprovada. Por exemplo, sabemos que as relações sexuais afetam a imunidade, uma vez que o déficit de relações sexuais não estimularia de forma adequada a imunidade. Quando se tem relações com um parceiro ou com diferentes se está em contato com antígenos de outras pessoas, o que favorece a imunidade”, afirma a sexóloga clínica Francisca Molero, codiretora do Instituto de Sexologia de Barcelona.

Quando alguém lê que o sexo é bom para a pressão arterial pode pensar no contrário, que a falta de atividade sexual se traduz em hipertensão. Mas não é assim. “É como dizer que o azeite de oliva virgem aumenta o HDL do colesterol que limpa a artéria, e se eu não ingerir acontecesse o contrário, mas sempre posso comer um bom presunto pata negra para subir o HDL. A atividade sexual aporta saúde, mas uma pessoa que decide ser abstêmia porque tomou a decisão com liberdade não tem qualquer tipo de prejuízo à saúde. A sexualidade é um elemento importantíssimo, mas se alguém decide abrir mão dela pode permanecer perfeitamente saudável”, afirma Manuel Lucas, presidente da Sociedade Espanhola de Intervenção em Sexologia (SEIS) e secretário-geral da Academia Internacional de Sexologia Médica (AISM) e professor do Mestrado de Sexologia na Universidade de Almeria.

Quando aumenta a ansiedade

Quando, então, a abstinência sexual é um problema? No caso de não se ter atividade sexual e isso representar uma preocupação, pode haver um efeito pernicioso. “Quando se fala da parada da atividade sexual, não por uma causa voluntária mas sim por algo que a impede, há estudos muito interessantes, como os de Els Pazmany, de 2014, que abordam os efeitos sobre a autoestima da pessoas ou a ideia do autoconceito, aumentando o estado de depressão e ansiedade. Uma pessoa que nunca teve uma atividade sexual individual ou compartilhada não sabe tão bem o que acontece, e, se cuidando em outros aspectos, a falta de sexualidade não tem porque ser tão negativa. Mas em uma pessoa que em um determinado momento teve relações sexuais e para ou abandona, o prejuízo é maior porque tem consciência dessa ausência, e o impacto psicológico acaba se traduzindo em outros processos fisiológicos e orgânicos”, diz Molero.

O estresse é provocado por diversas condicionantes, como a falta de sono e as preocupações diárias, mas também pode estar relacionado com o sexo, segundo um estudo de 2005 que detectou menores níveis de estresse entre pessoas que tinham mantido relações sexuais recentes. “A tendência natural fisiológica seria sempre compensar o nosso corpo: se estamos mal e nosso nível de dopamina e serotonina diminui por estarem bloqueados os sistemas de recompensa, teríamos que recorrer a um mecanismo natural como o sexo para tentar desbloquear essa situação, mas não o fazemos de forma espontânea devido aos condicionamentos sociais, morais e culturais que nos dizem que isso não é correto. É um exemplo de como a percepção de nossa saúde e a influência da cultura às vezes podem nos bloquear na hora de solucionar nossos problemas de saúde”, afirma Molero.

Mais repressão sexual, mais agressividade

Em um estudo de 18 anos, com revisões bibliográficas e pesquisas qualitativas sobre 66 culturas em diferentes lugares do mundo, Lucas demonstrou em sua tese doutoral, publicada no livro Sed de Piel, a relação entre o papel da mulher, a saúde sexual e a agressividade. “As sociedades mais agressivas são as mais abstêmias ou reprimidas. Toda cultura tem necessidade de contato. Nas sociedades onde o feminino é o prioritário e onde a figura do pai ou marido não existe, como no povo Na, na China, a moral sexual é flexível e a atividade é intensa, costuma coincidir com culturas muito pacíficas, enquanto que as culturas patriarcais como algumas tribos de Nova Guiné, onde 30% dos homens morrem em atos bélicos, são mais agressivas e, por sua vez, têm uma moral sexual mais repressiva”, diz o autor. Essa agressividade motivada pela abstinência também pode se expressar em sociedades como a nossa. “Pode ocorrer se a abstinência se deve a uma ausência não tranquila nem tomada livremente. A sexualidade é um valor, uma oportunidade, uma capacidade e um instrumento reabilitador e gerador de bem-estar, mas não é uma obrigação. Mas se uma pessoa não tem relações sexuais pela ótica do pecado ou por uma disfunção, doença ou incapacidade, ou porque acha feio, então se cria um problema”, explica.

Menor inteligência

Vinculado ao descanso e ao relaxamento, o benefício da atividade sexual sobre o sono também é algo que os abstêmios perdem, segundo Molero. “É algo que antes os homens sabiam, mas agora esqueceram um pouco. Antes utilizavam as relações sexuais para dormir e relaxar. Agora o estresse tomou tudo, e as pessoas não veem os remédios fisiológicos que o nosso próprio corpo tem, na verdade os ignoram. Ouvir o nosso corpo às vezes pode nos ajudar, como por exemplo no caso de recorrer à atividade sexual para dormir melhor”, afirma Molero.

Apesar de não ter sido referendada ainda em estudos posteriores, uma pesquisa de 2013 chegou a apontar que uma atividade sexual limitada poderia se traduzir em menor inteligência, devido ao papel do sexo como incentivo à neurogênese [a criação de novos neurônios] e à função cognitiva, uma vez que as relações sexuais podem impulsionar o crescimento celular no hipocampo, a região cerebral da memória a longo prazo.

Descuido da genitália

Fazer relações sexuais também contribui para uma questão nada fútil: a consciência sobre o cuidado com os órgãos genitais, algo que se costuma descuidar nos casos de abstinência, de acordo com a sexóloga. “Às vezes não levamos em conta o que temos: a vagina é um músculo, e se não trabalha, acaba ficando flácida e aparece uma hipotonia. O fato de percebê-la nas relações sexuais nos faz ser mais conscientes na hora de cuidar e trabalhar. É algo muito parecido no caso dos homens como o risco de câncer de próstata. Cada vez que o homem ejacula coloca em funcionamento todo um mecanismo muscular, neuronal e endócrino que faz com que o líquido flua e gere uma certa limpeza e descongestionamento da próstata, e se não há essa atividade não existe tanta reposição”, explica Molero.

A falta de relações sexuais também pode aumentar a probabilidade de padecer de disfunção erétil. Segundo um artigo de 2008 no American Journal of Medicine, após fazer o acompanhamento de 900 casos durante cinco anos, os homens entre 50 e 70 anos que tinham relação sexual uma vez por semana tinham a metade da probabilidade de desenvolver disfunção erétil do que os homens que as tinham com menos frequência. Os pesquisadores demonstraram que a atividade sexual regular permite conservar a potência sexual da mesma forma que a atividade aeróbica mantém a capacidade física do corpo.


Imagem Divulgação

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