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Torre de pesquisa mais alta do mundo é inaugurada no Amazonas

Torre tem 325m e vai coletar informações sobre a atmosfera e a floresta.
Segundo ministro, custo operacional por ano chegará a R$ 2 milhões.

Torre vista do meio da Floresta Amazônica  (Foto: Bruno Kelly/Reuters)

Após um ano em construção, a maior torre de monitoramento do mundo foi inaugurada no dia 22.08, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã, no município de São Sebastião do Uatumã, a 247 quilômetros de Manaus. A obra custou cerca de 8,4 milhões de euros e foi custeada pelo Brasil e Alemanha.
A Torre ATTO (sigla em inglês para Torre Alta de Observação da Amazônia), que possui 325 metros -  equivalente a um prédio de 80 andares - vai coletar dados sobre as manifestações atmosféricas para estudos referentes à interação entre a vegetação e atmosfera. Apesar de dar início à coleta de dados, a previsão é que somente em 2017 esteja totalmente equipada.

O ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, participou da cerimônia de inauguração e declarou à Rede Amazônica que a torre é uma “grande conquista para a área de ciência”. “Os dados serão coletados com zero de interferência humana. Os pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e do Instituto Max Planck terão material novo para interpretar sobre como interagem o clima e a floresta e vão poder compartilhar essas informações com profissionais de outros países”, destacou.

Ministro Aldo Rebelo participou da inaguração a torre (Foto: Sérgio Rodrigues/G1-AM)

Segundo o ministro, a torre estará completamente equipada em 2017, mas já dispõe dos recursos para se tornar operante. Por ano, o custo operacional chegará a R$ 2 milhões.“Ela já começa a funcionar e a coletar dados e vamos assegurar que tenha os recursos necessários até 2017. O investimento maior já foi feito. O custo por ano é um número ao alcance dos orçamentos do Brasil e da Alemanha”, informou.
A obra custou cerca de 8,4 milhões de euros. O projeto foi financiado pelo Ministério Federal de Educação e Pesquisa (BMBF) da Alemanha, pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) do Brasil e pelo Governo do Amazonas.


Fonte: http://g1.globo.com




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