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Vitória-régia é reproduzida longe da Amazônia


No Jardim Botânico Plantarum, em Nova Odessa (SP), planta é polinizada com a ajuda da mão humana. Na natureza, besouro faz essa função.

Vitória-régia em um dos tanques do Jardim Botânico Plantarum
Foto: Pedro Santana/TG


Na Amazônia, a flor branca da vitória-régia se abre e perfuma a floresta. A fragrância inigualável atrai o besouro Cyclocefalo casteneacea. Ao entrar na flor, o inseto nem desconfia que será aprisionado por ela e só sairá um dia depois, coberto de pólen e pronto a polinizar outra flor que esteja se abrindo. No Jardim Botânico Plantarum, em Nova Odessa (SP), este ciclo de polinização não se vale do besouro, que não ocorre na região Sudeste do País, mas sim da mão humana para preservar uma das mais belas plantas já vistas no mundo.

A polinização foi realizada pelo engenheiro agrônomo Harri Lorenzi, idealizador do Plantarum, jardim botânico que reúne cerca de 4 mil espécies e é considerado o maior da América Latina em número de espécies.

A vitória-régia é a maior planta aquática do Planeta. A grande folha, que fica na superfície da água, pode chegar a 2,5 metros de diâmetro e suportar até 40 quilos. No Brasil, é encontrada na bacia do rio Amazonas e também ocorre na Bolívia e nas Guianas.




Fonte: G1




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